Editorial

Reclamar para quem? Quando seremos respeitados?!

 

Em junho do ano passado (2009), a comercialização do serviço de banda larga da Telefônica, o Speedy foi suspensa pela Agencia Nacional de Telecomunicação (ANATEL). 

A decisão da Anatel a época foi motivada pelas inúmeras reclamações de usuários em razão das falhas do serviço de internet.

Durante os dois meses sem comercializar o Speedy a Telefônica diz que trabalhou intensamente para estabilizar a rede, aprimorou o serviço de atendimento aos clientes, investiu em programas de treinamento e contratação de novos atendentes. E em agosto do ano passado (2009) a venda do Speedy, foi retomada com autorização da Anatel.

Mas os problemas continuam!

Na loja da Telefônica localizada próximo ao Largo Treze de Maio a falta de respeito para com o consumidor chega ser revoltante. Principalmente aos sábados. Caso você queira adquirir o serviço neste dia, se prepare para uma enxurrada de incompetência.

Ao entrar na loja você se depara com um número reduzido de funcionários para te atender, em seguida com um procedimento “burrocrático”. O funcionário preenche uma ficha com seus dados e depois ele passa a informação por telefone para a central, então quando você pensa que tudo está resolvido, o funcionário diz “O sistema está lento ou fora do ar”; ou ainda com aquele “gerundismo” que é peculiar ele diz -” O senhor pode também estar passando mais tarde ou ligando para saber se já está disponível”.  

Diante de um quadro lastimável desse, a quem reclamar? Será que alguém irá atender a reclamação?

Até quando seremos desrespeitados dessa forma e o pior com aval do governo?

Será que no país de origem da Telefônica o procedimento é o mesmo?